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Solilóquio a dois

Name:
Jéssica O.
No princípio era o verbo, mas então veio a linguística pra ferrar tudo!


linguísta por formação e ficwriter por profissão. viciada em placebo e portishead. venera legião urbana acima de todas as bandas nacionais - exceto cássia eller, que ela vai achar foda pra sempre. tende a ser ligeiramente intolerante para com pessoas de gosto adverso. detesta pessoas que se dizem ecléticas, mas gosta de conhecer as coisas diferentes - mesmo que depois ela vá falar mal de algumas delas. não chega a ser totalmente anti-social, mas também não faz amizade com facilidade. na maioria do tempo é séria e fechada, mas costuma ter crises agudas de riso - e que já a levaram a passar mal várias vezes. tem fascinação por mesóclises. acredita que advérbios de modo são primorosamente adoráveis. contrariando boa parte dos nerds, não curte star wars. mas acha tolkien um dos autores mais brilhantes da literatura. assim como jostein gaarder e machado de assis. é uma musicista frustrada, que tentou aprender a tocar teclado mas que agora mal se lembra das notas. já quis ser bailarina, dentista e jornalista. hoje em dia ficaria feliz em ganhar dinheiro pra ler livros. acredita cegamente em zonzóbulos e jura ter sido atropelada por um testrálio. sonha demais. devaneia demais. e já conseguiu realizar parte do seu sonho. não costuma se apaixonar, mas gosta de ficar encantada por breves semanas, antes que conheça a pessoa e perceba que não era nada daquilo. tem fetiche por vampiros e lobisomens (freud explica), mas não acredita no inexplicável. contudo, acredita em deja vu. acredita, também, piamente, que a linguística é invenção do capeta, porque as teorias estruturalistas só servem para trazer confusão. todavia, achou na teoria literária a sua filosofia de vida. diz pra todo mundo que o seu eu-lírico (a morgana) tem personalidade própria, mas no fundo as duas são muito parecidas. não gosta de falar da própria pessoa, mas às vezes acorda com uma vontade absurda de escrever sobre as suas neuras. costuma ser chata e pedante quando fala da sua paixão. não consegue fazer nada sem ouvir música. quase se perdeu infinitas vezes por dormir no ônibus. vive no passado e pensando no futuro - porque o presente é ilusório e sempre passa. já tentou lutar contra moinhos de vento. ainda acredita na redenção da raça humana. morre de medo do constrangimento, mas sempre se lança em situações do tipo. tenta ao máximo parar de se preocupar com os problemas alheios. se preocupa demais em agradar os outros. importa-se demais com a opinião alheia. tem medo da solidão e da dor, mas não teme a morte. é paranóica ao extremo. gosta de usar óculos porque tem a ilusão de que pode se esconder atrás deles e não encarar diretamente as coisas ao seu redor. tem uma relação especial com borboletas, mas prefere guardar isso pra si, por ser pessoal e lindo demais. às vezes se sente velha demais e criança demais. e espera que seja assim eternamente.

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